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    Day 2 no Web Summit 2019 : It’s all about pitching | por Tato Cambraia

    Mais de 700 startups alphas e betas estão expondo no Web Summit 2019. São todos os tipos de serviços desde novas redes sociais até sistemas mais complexos de cruzamento de dados, e pelo menos 1/4 delas utilizam alguma forma de AI no design dos projetos.


    Neste primeiro dia completo, e com a feira aberta, presenciei o foco do evento para que investidores e startups possam se conhecer e quem sabe fecharem negócios.

    No evento acontecem campeonatos de pitch que vão até o último dia, tendo classificatórias, oitavas, quartas até as finais. A qualidade dos pitchs que pude presenciar é muito alta, apesar de achar um pouco destrutivos em alguns casos e não acreditar em alguns dos modelos de negócios. Mas pude presenciar a troca nos espaços destinados às conversas de negócios.


    Havia até um espaço para pitchs de um minuto, como se fosse uma luta. Tentei me inscrever para ver o que os avaliadores de venture capital podiam me trazer de novo, afinal não estamos neste momento buscando captação, mas não consegui espaço na agenda mesmo colocando o nome na lista de espera.



    Outra coisa importante aqui no evento: ele é muito grande e as palestras as vezes muito curtas, por isso andei que nem um camelo de um lado para o outro, o que me deixou quase inapto a pegar o metrô de volta para o hotel. Por isso para o dia 3 programei muito melhor minha agenda de palestras e considerei a locomoção como variável de escolha.


    As grandes não ficaram de fora. Microsoft, Google e AWS estavam com espaços grandes, mas pelo meu ponto de vista, de quem está antenado no mercado de tecnologia, não mostraram nada de novo (ou não vi). A AWS teve maior foco nos devs e promoveu dezenas de palestras focadas neste público.





    Nos próximos posts trago mais conteúdos sobre as palestras e o futuro.

    Abraços.


    Tato Cambraia

    Managing Director do v-tracker